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A história do Núcleo

Núcleo de Espeleologia (N.E.) surge no acto contínuo à formação do CEPPRT, que... se constituiu à partida com três núcleos autónomos: o de Arqueologia, o de Espeleologia e o de Ecologia.
Era o ano de 1977, existia nessa altura um grupo de espeleologia ligado ao Liceu Nacional de Tomar, hoje Escola Sta. Maria dos Olivais, que se denominava Núcleo de Espeleologia do Liceu de Tomar (NELT). Foi a partir de alguns elementos desse grupo que se constituiu o N.E. do CEPPRT. No inicio desse ano, o N.E. participa num curso ministrado pelo Centro de Investigação e Exploração Subterrania, com sede em Coimbra.
É nessa época que o N.E. adquire em Espanha, o equipamento essencial à 

exploração das cavidades verticais, uma vez que em Portugal era extremamente dificil adquiri-lo.
O material até ai utilizado era na sua maioria, de fabrico artesanal, o que além de ser perigoso, tinha o inconveniente de ser pesado e de dificil manutenção, dificultando a exploração subterranea e tornando-as morosas, com o consequente desgaste de energias tão caras ao espeleólogo. O material que foi e temos vindo a adquirir, além de fabricado em serie e ser absolutamente seguro, desde que convenientemente utilizado, permite fazer explorações mais rápidas e seguras, afastando os maleficios do cansaço e da falta de energias.
Em 1977, descobre-se e explora-se o grupo de grutas situadas ao longo do Vale do Nabão, bem como algumas grutas na freguesia da Sabacheira (gruta dos ovos, gruta da cassinheira, algar da cassinheira, etc.). Muitas dessas cavidades revelam-se com interesse aqueologico, como bem provam os trabalhos que lá decorreram. Outras, revelam-se com enorme interesse espeleologico, como a Gruta dos Ovos (Vale dos Ovos), descoberta em 16/10/1977, numa velha pedreira pertencente à C.P.. Revela-se como uma obra prima da Natureza, encerrando ao longo dos seus 120m de desenvolvimento, uma variedade tal de formações litogénicas dificeis de encontrar noutras cavidades, (acualmente destruida pela pedreira que voltou a laborar). Alvo de um grande número de explorações (cerca de 30), ela torna-se conhecida de muitos outros grupos de espeleologia, entre os quais o Espelo Clube de Torres Vedras (ECTV).

Actualmente o N.E. conta com um vasto equipamento moderno no qual inclui equipamento de socorro e resgate em gruta e com individuos formados em cursos ministrados pela F.P.E. (Federação Portuguesa de Espeleologia) entre os quais alguns com cursos de socorrista reconhecidos pelo INEM.
O N.E. tem previsto a publicação de um livro, A Carta Espeleologica do Concelho de Tomar no qual tem trabalhado arduamente afim de ser publicado brevemente.

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